Nunca vi tantos norte-coreanos se convertendo como hoje, diz evangelista

Naty, Publicado em 21/01/2018

Os cristãos da Coreia do Norte vivem um cenário caótico de perseguição religiosa. Se no Brasil podemos ler a Bíblia em público e cultuar a Deus nas igrejas ou em casa, no país do oriente eles não têm essa liberdade. Perseguidos, os crentes em Jesus vivem diariamente sob a forte pressão imposta pelo governo.

Para que eles não pratiquem “atividades ilegais”, o Estado faz com que eles exerçam diversas atividades extras para que não tenham energia. Por exemplo, é bastante comum semanas de trabalho com 48 horas, o que torna o dia a dia bem cansativo. E para agravar a situação, as pessoas são obrigadas a fazer “trabalho voluntário”. Apesar da grande carga horária de trabalho, muitos não recebem o suficiente para se alimentar e vão buscar comida na floresta. Cristãos relatam que a vida ficou bem mais difícil com o governo de Kim Jong-un. E para contra-atacar a reação da comunidade internacional, ele ordena uma mobilização de cem dias, onde as pessoas são chamadas a fazer hora extra.

Resistência

Quando os 100 dias acabam, ele estende o período ou logo depois ordena uma nova mobilização, fazendo com que as pessoas tenham pouco tempo livre. “Os períodos de mobilização sugam nossa energia. Mas buscamos servir a Deus sempre que podemos e fazemos pequenas reuniões”, ressalta um líder de igreja. “Ainda que eles sofram muitas coisas na vida, eu os encorajo a encontrar alegria através das dificuldades e viver com esperança no Reino eterno de Deus”, ressalta.

Já um evangelista local, que não pode ser identificado, realiza um trabalho perigoso, mas que está gerando bons frutos. Ele treina cristãos norte-coreanos na China e diz que a situação na Coreia do Norte piora a cada ano. O homem prepara os cristãos perseguidos para compartilhar o Evangelho com pessoas de confiança.

Fonte: https://www.instagram.com/p/BeGXCZUAUC1/?taken-by=notasgospel

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